quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
domingo, 1 de fevereiro de 2015
a mar* este mês vou amar o mar.
Vejo o mar todos os dias, mas não é todos os dias que o aproveito. Alguns dos meus amigos que estão espalhados pelo mundo, para além das saudades que sentem da família, dos amigos, da comida, do sol (conforme as latitudes por onde andam) dizem-me que sentem muita falta do mar.
Assimtodos os dias dia sim dia não, irei aproveitar e partilhar o mar, acompanhado por um abraço muito forte para Lajeado e Londres, onde não há mar, mas também para Barcelona e Perth, onde o mar que têm é insuficiente para anular as saudades que têm deste.
Vejo o mar todos os dias, mas não é todos os dias que o aproveito. Alguns dos meus amigos que estão espalhados pelo mundo, para além das saudades que sentem da família, dos amigos, da comida, do sol (conforme as latitudes por onde andam) dizem-me que sentem muita falta do mar.
Assim
sábado, 31 de janeiro de 2015
e é com a impressionante cozinha do Mosteiro de Alcobaça, construída em 1752, que termino Janeiro.
É totalmente revestida a azulejos brancos com bordaduras a branco e a azul. O mosteiro devia ser habitado por gigantes, ou pelo menos quem trabalhava na cozinha deveria sê-lo, porque tudo foge à escala humana. As chaminés, as bancadas, os tanques são enormes. Para quem nunca visitou o mosteiro, e para que possa ter uma noção da dimensão deste espaço, aquilo que parece um pequeno pinipom com uma camisola azul, dentro de uma das chaminés, é a minha irmã (ela vai adorar ler isto).
A quem for a Alcobaça ficam aqui duas recomendações, mesmo em frente ao mosteiro: a Pastelaria Alcoa, cheia de coisas boas para nos conduzirem directamente ao fantástico mundo da diabetes e a Made in Alcobaça onde se vendem belíssimas chitas.
Nas últimas semanas o tempo fugiu-me, mas espero daqui a uns meses conseguir mostrar os frutos desta primeira abordagem aos azulejos.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
sábado, 24 de janeiro de 2015
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
![]() |
| postal com fotografia de António Crisógono dos Santos, Lagos, 1922 |
estação* e é a ouvir Dirty Little Brother de The Black Mamba, que me foi oferecido esta semana pelas minhas sobrinhas, que isto vai saindo. Talvez seja da idade, mas acho que o romantismo começa a entranhar-se. Na música Red Dress todos os versos são muito bem cantados... it is what it is, já me partiu pelo menos um dos azulejos internos.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
domingo, 18 de janeiro de 2015
sábado, 17 de janeiro de 2015
quinta da bacalhoa* há pouco mais de 10 anos quando visitei esta quinta vi dezenas de caixas cheias de azulejos do século XVI e XVII partidos. Tinham sido cuidadosamente retirados de parte dos jardins de onde também foram arrancadas laranjeiras, tudo para aumentar a vinha. O coleccionador de arte, a quem esta quinta pertence, de acordo com a legislação, não pode fazer a mínima alteração arquitectónica ou paisagística, sem aprovação do IPPAR, mas entre aberturas e arquivamentos de processos lá se vai destruindo património que claramente não deveria ser privado.
Estes azulejos pertencem a um dos muitos belíssimos painéis que ainda consegui admirar inteiros.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
abrandar* há uns dias chegou da escola, preparei o lanche e depois de tagarelarmos um belo bocado, fez uma pausa, pousou a mão no meu braço, olhou-me nos olhos e disse tia acho que tens que descansar. Segui o seu sábio conselho e nos dias seguintes tentei abrandar. Justificado o desaparecimento agora vamos ao que interessa - azulejos.
Não era um desenho o que queria fazer, mas é isso que vou continuar a apresentar.
domingo, 4 de janeiro de 2015
reviravolta* tinha pensado fazer de uma forma, mas à medida que fui esboçando e olhando com mais atenção para as fotografias as ideias começaram a aparecer e a desenvolver-se. O entusiasmo tomou de assalto o meu cérebro e agora sei que as mãos vão demorar a materializar o que a massa cinzenta maquinou. Vai demorar, mas sempre que puder vou mostrar o desenvolvimento.
sábado, 3 de janeiro de 2015
o palácio de fronteira* é conhecido pelos seus muitos painéis de azulejos. Quando o visitei em 2003, aqueles que fotografei com mais atenção foram os da galeria dos reis. Não sei dizer porque o fiz na altura, estão longe se ser os mais espectaculares do palácio, mas pelas suas formas e cores penso que são bastante invulgares. E ali estão há 300 anos ao sol, ao vento e à chuva e alguns ainda brilham quase como se tivessem saído das mãos de quem os fez.
Amanhã das minhas mãos sairão reproduções destes azulejos.
Amanhã das minhas mãos sairão reproduções destes azulejos.
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