cinco*
domingo, 20 de setembro de 2015
sábado, 19 de setembro de 2015
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
terça-feira, 15 de setembro de 2015
boso letti* estava em pulgas para ver terminado. Quando o vi a trabalhar no primeiro dia, estava a tirar medidas e a fazer marcações, no dia seguinte a cara estava quase pronta, mas o cabelo era apenas uma mancha vermelha, mesmo assim a cru já estava muito bonito. Para ver mais trabalhos deste arista aqui.
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
domingo, 13 de setembro de 2015
sábado, 12 de setembro de 2015
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
quinta-feira, 10 de setembro de 2015
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
terça-feira, 8 de setembro de 2015
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
domingo, 6 de setembro de 2015
sábado, 5 de setembro de 2015
musicar e chinelar* as 12 horas por dia que tenho passado na exposição, poderiam ser aborrecidas, mas não são. Há sempre música, seja a sair do leitor de cds (que vintage que sou) ou vinda da rua. E há visitas que marcam, noutro dia falarei disso com mais detalhe. Por hoje vou falar da minha querida amiga A. que me visitou ontem e que me ofereceu dois pares de havaianas perfeitas para quando estou em modo ama de animais.
Hoje não vou estar na galeria, mas já está aberta à espera de visitantes e de música.
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
terça-feira, 1 de setembro de 2015
exposição*
acto ou efeito de expor; conjunto de objectos que se oferecem à vista do público em determinado lugar; situação de um edifício em relação aos pontos cardeais; narração; explicação; modo de dizer ou explicar; em fotografia, representa o produto da iluminação pelo tempo
acto ou efeito de expor; conjunto de objectos que se oferecem à vista do público em determinado lugar; situação de um edifício em relação aos pontos cardeais; narração; explicação; modo de dizer ou explicar; em fotografia, representa o produto da iluminação pelo tempo
in Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora
1. acto de expor ou de se expor
2. lugar onde se expõe um conjunto de objectos ao público
3. conjunto dos objectos à vista do público
4. apresentação de produtos ou serviços para venda ou divulgação = mostra
5. posição ou situação de um objecto, imóvel ou local relativamente aos pontos cardeais = orientação
6. maneira como um objecto, um imóvel ou um local recebe a luz solar
7. apresentação de um assunto ou de um trabalho
8. maneira de contar ou de explicar alguma coisa = narração, narrativa
9. (fotografia) período de tempo durante o qual se expõe à luz uma chapa fotográfica, película de papel sensível
10. (música) parte de uma fuga ou de uma obra em forma de sonata, na qual o tema ou os temas são enunciados
11. acto de abandonar uma criança num lugar público
2. lugar onde se expõe um conjunto de objectos ao público
3. conjunto dos objectos à vista do público
4. apresentação de produtos ou serviços para venda ou divulgação = mostra
5. posição ou situação de um objecto, imóvel ou local relativamente aos pontos cardeais = orientação
6. maneira como um objecto, um imóvel ou um local recebe a luz solar
7. apresentação de um assunto ou de um trabalho
8. maneira de contar ou de explicar alguma coisa = narração, narrativa
9. (fotografia) período de tempo durante o qual se expõe à luz uma chapa fotográfica, película de papel sensível
10. (música) parte de uma fuga ou de uma obra em forma de sonata, na qual o tema ou os temas são enunciados
11. acto de abandonar uma criança num lugar público
in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
para onde vão os guarda-chuvas* de Afonso Cruz é um livro muito bonito. Mesmo muito, muito bonito. O adjectivo bonito pode parecer pequeno e banal, mas talvez ajude a perceber quão bonito é este livro se disser outras coisas que considero igualmente bonitas.
Pessoas a rir, sobretudo as minhas sobrinhas.
Quando ao entardecer, as sombras ficam tão compridas, que tudo é alto.
Benjamin Clementine a cantar.
As mãos das pessoas quando estão a fazer as coisas de que gostam.
As mãos de Benjamin Clementine.
Abraços.
Sorrisos que surgem em resultado de uma memória.
O som de uma orquestra, enquanto os músicos afinam os instrumentos.
O momento, em que ainda no palco, os actores deixam de ser a personagem.
No fim é como se todas as coisas bonitas do mundo desaparecessem, e parece que desaparecem, cada vez que sobrevivemos a mais alguém.
Pessoas a rir, sobretudo as minhas sobrinhas.
Quando ao entardecer, as sombras ficam tão compridas, que tudo é alto.
Benjamin Clementine a cantar.
As mãos das pessoas quando estão a fazer as coisas de que gostam.
As mãos de Benjamin Clementine.
Abraços.
Sorrisos que surgem em resultado de uma memória.
O som de uma orquestra, enquanto os músicos afinam os instrumentos.
O momento, em que ainda no palco, os actores deixam de ser a personagem.
No fim é como se todas as coisas bonitas do mundo desaparecessem, e parece que desaparecem, cada vez que sobrevivemos a mais alguém.
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