sexta-feira, 27 de maio de 2016
quinta-feira, 26 de maio de 2016
postal*tenho um espaço reduzido na minha morada oficial e por muito que goste de algumas coisas, não quero acumular. Algumas das minhas pessoas preferidas têm muitos dos seus pertences em mais do que duas casas, em mais do que um país, algumas em três países. E se… e se a vida muda, o que é que quero? O que é mais importante? As coisas têm um peso que não me apetece andar a carregar.
Criar este postal a partir de todos os postais de aniversário que me foram oferecidos, foi um processo emocionante.
De um lado as capas, do outro as mensagens.
Já que estou a falar de postais, não posso deixar de referir o Postcard Club, uma ideia que a Cat teve há alguns meses e que está aqui tão bem explicada.
música: Postcards From Italy - Beirut
quarta-feira, 25 de maio de 2016
segunda-feira, 23 de maio de 2016
domingo, 22 de maio de 2016
sábado, 21 de maio de 2016
sexta-feira, 20 de maio de 2016
quinta-feira, 19 de maio de 2016
quarta-feira, 18 de maio de 2016
terça-feira, 17 de maio de 2016
segunda-feira, 16 de maio de 2016
domingo, 15 de maio de 2016
quinta-feira, 12 de maio de 2016
quarta-feira, 11 de maio de 2016
terça-feira, 10 de maio de 2016
segunda-feira, 9 de maio de 2016
domingo, 8 de maio de 2016
observar 1* o exercício de hoje tem este longo título: people-watching mad lib. Foi proposto por Brooks Chambers e terei que o fazer mais três vezes até ao fim do mês.
Exercício: observar quatro pessoas ou animais que estejam a passar na rua e relacionar um nome, um verbo, um adjectivo e um advérbio a quem está ser observado e de seguida construir uma frase, mesmo que não faça sentido.
a música de hoje: A Hug Too Long - Eskimeaux
Exercício: observar quatro pessoas ou animais que estejam a passar na rua e relacionar um nome, um verbo, um adjectivo e um advérbio a quem está ser observado e de seguida construir uma frase, mesmo que não faça sentido.
a música de hoje: A Hug Too Long - Eskimeaux
sábado, 7 de maio de 2016
sexta-feira, 6 de maio de 2016
quarta-feira, 4 de maio de 2016
terça-feira, 3 de maio de 2016
28 to make* some times, we lapse into unproductive habits because we don't know what else to do esta é a frase introdutória de um conjunto de exercícios propostos por cinco criativos (Kate Bingaman-Burt, Ryan Putman, Lara McCormick, Erik Marinovich e Brooks Chambers) e que foi apresentado no passado mês de Fevereiro, na CreativeLive.
Nos próximos 28 dias vou raptar uma hora das obrigações para: realizar os exercícios, mostrar os resultados, e partilhar a música que estiver a ouvir no momento.
Quatro dias são destinados ao lazer. Tendo em conta que nos últimos quatro meses tive apenas dois dias de folga, e esses devo-os à minha querida amiga Bun que veio a Portugal casar, acho que preciso mesmo de aprender a estar sossegada. Mas como sei que não vou conseguir estar um dia inteiro a observar borboletas, nesses dias irei repintar um quadro que ficou por terminar há anos e que está ao nível do trabalho de restauração da pobre Cecília Gimenez.
Nos próximos 28 dias vou raptar uma hora das obrigações para: realizar os exercícios, mostrar os resultados, e partilhar a música que estiver a ouvir no momento.
Quatro dias são destinados ao lazer. Tendo em conta que nos últimos quatro meses tive apenas dois dias de folga, e esses devo-os à minha querida amiga Bun que veio a Portugal casar, acho que preciso mesmo de aprender a estar sossegada. Mas como sei que não vou conseguir estar um dia inteiro a observar borboletas, nesses dias irei repintar um quadro que ficou por terminar há anos e que está ao nível do trabalho de restauração da pobre Cecília Gimenez.
segunda-feira, 2 de maio de 2016
rotina* caminho já sabido ou habitualmente trilhado; hábito de fazer as coisas sempre da mesma maneira; prática constante; aversão às inovações
in Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora
Ontem de tarde no comboio decidi que o tema deste mês seria a rotina, de noite estava a ler um pouco antes de dormir e lá pelo meio do capítulo estava este parágrafo:
It was a pleasure when mid-October came at last and it was time to walk the noisy route to Whitehall once more, collar turned up, umbrella held high. The air was keen and dust-free, the rush-hour crowd pushed forward quickly, purposefully; the year was hurrying to its end faster than ever before, having skipped a season, and there was an anticipatory sense of fresh beginnings. Stephen strode out, stepping in the gutter where necessary to overtake. To have a destination, a place where you were expected, a shred of identify, was such a relief after a month of game shows and Scotch. To show his pass to the familiar, taciturn guard, to saunter across the marble hall among well-dressed, self-important people, to penetrate deep into building, knowing without giving a thought which staircases and corridors to take, to arrive at just the room and make small talk with colleagues, to sip coffee from the plastic cups bearing the Ministry's stamp, bought from a machine in the corridor which dispensed onion soup down the same nozzle - it was for little repetitions like these that people kept their jobs, however dull, and it was all Stephen could do to refrain from bursting into song. Instead, he jingled his house keys in his pockets.
in The Child in time, de Ian McEwan
O meu mês de Abril não foi passado a beber, nem a ver televisão. Foram dias bons cheios de experiências novas, lugares novos, pessoas desconhecidas, centenas de quilómetros percorridos. Nada de mau e no entanto em certos dias o cansaço foi tão grande que cheguei à conclusão de que mais do que um sítio onde viver, preciso de uma rotina, mesmo que pequena, para manter a sanidade.
in Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora
Ontem de tarde no comboio decidi que o tema deste mês seria a rotina, de noite estava a ler um pouco antes de dormir e lá pelo meio do capítulo estava este parágrafo:
It was a pleasure when mid-October came at last and it was time to walk the noisy route to Whitehall once more, collar turned up, umbrella held high. The air was keen and dust-free, the rush-hour crowd pushed forward quickly, purposefully; the year was hurrying to its end faster than ever before, having skipped a season, and there was an anticipatory sense of fresh beginnings. Stephen strode out, stepping in the gutter where necessary to overtake. To have a destination, a place where you were expected, a shred of identify, was such a relief after a month of game shows and Scotch. To show his pass to the familiar, taciturn guard, to saunter across the marble hall among well-dressed, self-important people, to penetrate deep into building, knowing without giving a thought which staircases and corridors to take, to arrive at just the room and make small talk with colleagues, to sip coffee from the plastic cups bearing the Ministry's stamp, bought from a machine in the corridor which dispensed onion soup down the same nozzle - it was for little repetitions like these that people kept their jobs, however dull, and it was all Stephen could do to refrain from bursting into song. Instead, he jingled his house keys in his pockets.
in The Child in time, de Ian McEwan
O meu mês de Abril não foi passado a beber, nem a ver televisão. Foram dias bons cheios de experiências novas, lugares novos, pessoas desconhecidas, centenas de quilómetros percorridos. Nada de mau e no entanto em certos dias o cansaço foi tão grande que cheguei à conclusão de que mais do que um sítio onde viver, preciso de uma rotina, mesmo que pequena, para manter a sanidade.
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