teste 3*
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017
domingo, 19 de fevereiro de 2017
churra algarvia * nos sonhos somos as únicas testemunhas, só nós é que vemos e ouvimos e só nós é que existimos. Por vezes na vida há momentos que são como se estivéssemos num sonho.
O vento soprava de noroeste, o sol estava fraco e o ar estava frio, ela estava pronta, inquieta, mas pronta. Desde ontem de tarde que se tinha afastado das outras.
Falta pouco, deitou-se, conseguia ver-lhe as contracções, cada vez mais frequentes, levantou-se, estava com dores, deu uma volta, deitou-se novamente, começou a respirar de forma ofegante e quando o sino ao longe anunciava as onze horas, ele nasceu, ela levantou-se rapidamente, limpou-o, ele ergue a cabeça uma vez e outra até as orelhas se libertarem, cinco minutos depois estava de pé, pouco depois já estava a mamar, foi então que as outras se aproximaram para fazer a adoração do menino, o mais novo do rebanho.
O vento soprava de noroeste, o sol estava fraco e o ar estava frio, ela estava pronta, inquieta, mas pronta. Desde ontem de tarde que se tinha afastado das outras.
Falta pouco, deitou-se, conseguia ver-lhe as contracções, cada vez mais frequentes, levantou-se, estava com dores, deu uma volta, deitou-se novamente, começou a respirar de forma ofegante e quando o sino ao longe anunciava as onze horas, ele nasceu, ela levantou-se rapidamente, limpou-o, ele ergue a cabeça uma vez e outra até as orelhas se libertarem, cinco minutos depois estava de pé, pouco depois já estava a mamar, foi então que as outras se aproximaram para fazer a adoração do menino, o mais novo do rebanho.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
oh oh oh oh oh oh oh oh oh oh oh oh oh oh oh* gostava de ter uma história heróica sobre estes meus ferimentos, podia dizer que fui atacada por um gangue de princesas em fúria por ainda não as ter pintado e vangloriar-me de que ficaram bem piores do que eu. Mas a verdade é tão ridícula que só me ocorreu o oh oh oh oh da senhora Beyoncé. Bem, ganhei dois lindos anéis para sempre, quem me manda fazer coisas tão perigosas como retirar roupa da máquina.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2017
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
ideias, ideias…* para o fim-de-semana guardei na mochila, um livro grande. Fui trabalhar num lugar que é um dos meus preferidos para ler, tem um jardim calmo, onde, em qualquer altura do ano, se está bem... mas choveu tremendamente, com ventanias que desalinharam muita coisa, temi que as galinhas fossem levadas num daqueles sopros. Portanto recolhi a bicharada e disse-lhes "não faz mal miúdos, acende-se a lareira e fazemos a festa cá dentro". Eles olharam para mim e fizeram um ar de "vai mas é buscar um biscoito, serviçal, e não te esqueças de nos fazer festas de 5 em 5 segundos até adormecermos". Não desanimei, aqueci a casa, compus as camas do pessoal, tapei a mimada com uma manta, a felina veio para o meu colo, estávamos prontos. Eles adormeceram e comecei a ler. A cada frase, uma ideia nova surgia e o texto foi perdendo o sentido. Aquele recanto do cérebro continuou a fabricar ideias e a incomodar o recanto da leitura, acabei por abandonar o livro.
No meu colo, a miúda atingiu os 9.8 na escala de ronrom e ninguém me tira da ideia que ela estava a planear a dominação do mundo.
O que é que um rolo de madeira tem a ver com isto? Tudo.
No meu colo, a miúda atingiu os 9.8 na escala de ronrom e ninguém me tira da ideia que ela estava a planear a dominação do mundo.
O que é que um rolo de madeira tem a ver com isto? Tudo.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
terça-feira, 31 de janeiro de 2017
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
terça-feira, 17 de janeiro de 2017
segunda-feira, 16 de janeiro de 2017
sexta-feira, 13 de janeiro de 2017
quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
terça-feira, 10 de janeiro de 2017
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
sexta-feira, 6 de janeiro de 2017
quinta-feira, 5 de janeiro de 2017
quarta-feira, 4 de janeiro de 2017
terça-feira, 3 de janeiro de 2017
segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
sábado, 31 de dezembro de 2016
ano morto, ano posto*
As tradições são celebrações artificiais, são coisas inventadas e repetidas porque sim, ainda que nalgumas se consiga perceber a sua génese, cada vez as acho mais vazias de sentido. No entanto, mesmo que não as celebremos há um efeito psicológico interessante, sobretudo na passagem de ano.
Subtilmente as ideias de balanço e resoluções penetram no cérebro. Os meus últimos dias do ano têm vindo a ser passados no meio de nenhures, acompanhada apenas de bichos, de silêncio, e isso traz consigo calma e tempo para pensar como deve ser, sem precipitações.
Cheguei à conclusão que este ano foi, a nível pessoal, o primeiro em que não fiz apenas uma série de trabalhos de Sísifo, apesar de a maioria ainda o ser, lá pelo meio um ou outro teve um fim e serviu para alguma coisa. Encantada com esta visão optimista decidi que tenho que gastar menos energia naquilo que é inevitável e mais no que quero ver feito. Pode parecer vago, mas para mim isto é um passo de gigante.
Menos vago e mais óbvio, tenho que exigir mais folgas à minha patroa e dar mais folgas à minha empregada. Sendo que sou ambas, deveria ser coisa fácil de resolver, mas o plano de 2016 revela que para além de patroa capitalista, sou operária explorada.
As tradições são celebrações artificiais, são coisas inventadas e repetidas porque sim, ainda que nalgumas se consiga perceber a sua génese, cada vez as acho mais vazias de sentido. No entanto, mesmo que não as celebremos há um efeito psicológico interessante, sobretudo na passagem de ano.
Subtilmente as ideias de balanço e resoluções penetram no cérebro. Os meus últimos dias do ano têm vindo a ser passados no meio de nenhures, acompanhada apenas de bichos, de silêncio, e isso traz consigo calma e tempo para pensar como deve ser, sem precipitações.
Cheguei à conclusão que este ano foi, a nível pessoal, o primeiro em que não fiz apenas uma série de trabalhos de Sísifo, apesar de a maioria ainda o ser, lá pelo meio um ou outro teve um fim e serviu para alguma coisa. Encantada com esta visão optimista decidi que tenho que gastar menos energia naquilo que é inevitável e mais no que quero ver feito. Pode parecer vago, mas para mim isto é um passo de gigante.
Menos vago e mais óbvio, tenho que exigir mais folgas à minha patroa e dar mais folgas à minha empregada. Sendo que sou ambas, deveria ser coisa fácil de resolver, mas o plano de 2016 revela que para além de patroa capitalista, sou operária explorada.
sábado, 26 de novembro de 2016
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
terça-feira, 22 de novembro de 2016
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
domingo, 20 de novembro de 2016
sábado, 19 de novembro de 2016
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