segunda-feira, 17 de abril de 2017
sexta-feira, 14 de abril de 2017
quinta-feira, 13 de abril de 2017
quarta-feira, 12 de abril de 2017
terça-feira, 11 de abril de 2017
segunda-feira, 10 de abril de 2017
sábado, 8 de abril de 2017
sexta-feira, 7 de abril de 2017
quinta-feira, 6 de abril de 2017
quarta-feira, 5 de abril de 2017
bloco 4 e a chegada de uma encomenda* há dois dias estava a cortar tecidos com o cortador rotativo e a lâmina decidiu reformar-se (já tinha reparado que ela não estava bem, mas não queria de nenhum modo que se ofendesse e nem ousei dizer que já estava gasta). Durou muito tempo e trabalhou muito bem.
Sou uma consumidora medricas, quando encomendei o cortador podia ter comprado logo lâminas extra, mas havia a possibilidade de não gostar do cortador, por isso não arrisquei.
No que posso, faço compras no comércio local, mas há limitações na oferta, por isso fui aqui e fiz a encomenda. Decidi finalmente comprar uma régua de corte, que me vai ajudar muito. Assim, numa retrosaria portuguesa, comprei lâminas japonesas, uma régua norte americana e um tecido inglês - a globalização à distância de uns cliques.
terça-feira, 4 de abril de 2017
bloco 3* quando faço patchwork gosto de usar tecidos antigos ou oferecidos, em conjunto com novos, sinto que se não o fizesse estaria a fazer batota. Recortar tecidos novos para fazer retalhos, não é a mesma coisa do que usar tecidos que tragam alguma história.
É raro ver mantas tão bonitas, livres e orgânicas como as que foram e são feitas em Gee's Bend, uma pequena comunidade, descrita como uma inland island, no estado do Alabama. Para quem gosta de trapos, de arte e de História aconselho ler e explorar isto. Para quem tiver menos tempo aqui fica este vídeo. Em Gee's Bend é costume, tal como nas comunidades Amish (de que falarei noutro dia) as mulheres acolchoarem as mantas em conjunto, uma entreajuda necessária e talvez o seu único momento de lazer.
É raro ver mantas tão bonitas, livres e orgânicas como as que foram e são feitas em Gee's Bend, uma pequena comunidade, descrita como uma inland island, no estado do Alabama. Para quem gosta de trapos, de arte e de História aconselho ler e explorar isto. Para quem tiver menos tempo aqui fica este vídeo. Em Gee's Bend é costume, tal como nas comunidades Amish (de que falarei noutro dia) as mulheres acolchoarem as mantas em conjunto, uma entreajuda necessária e talvez o seu único momento de lazer.
segunda-feira, 3 de abril de 2017
domingo, 2 de abril de 2017
sem planos, nem regras rígidas e no entanto com rigor* este mês a ideia base é fazer alguns topos de pequenas mantas de retalhos. Se tudo correr bem conseguirei fazer mais do que isso. Mas tenho que refrear um pouco o meu entusiasmo, porque a pressa, nisto de costurar, não dá grandes resultados, na verdade, tirando competições que envolvam velocidade, nunca a vi ser muito proveitosa.
Aqui está o primeiro bloco de uma manta que terá um total de nove.
Aqui está o primeiro bloco de uma manta que terá um total de nove.
sábado, 1 de abril de 2017
segunda-feira, 27 de março de 2017
desenhar tecidos* há muito tempo que queria desenhar um tecido, e experimentei umas coisas com a fotografia de um quadro que vendi há uns anos. O resultado foi este. Três amostras, com as quais vou fazer as almofadas desta semana. Spoonflower é uma empresa dos Estados Unidos, o que é uma pena, porque a distância aumenta a pegada ecológica e os preços. A qualidade é excelente, e se quisermos podemos vender os nossos próprios designs. Os tecidos mais bonitos que tenho visto são precisamente os que são feitos por clientes desta empresa, que têm em comum a paixão por padrões e tecidos. Para saber mais sobre a Spoonflower basta ir aqui.
segunda-feira, 20 de março de 2017
domingo, 19 de março de 2017
quatro semanas de António e Maria* não sabia que nome lhe dar, talvez não tenha cara de António, mas depois de ver uma belíssima peça de teatro, com textos duros e maravilhosos de António Lobo Antunes, interpretados por Maria Rueff, o nome fica-lhe bem e até há tradição familiar, por isso o moço está baptizado.
É interessante como entre centenas de pessoas, as emoções podem ser tão diferentes. No fim da peça comentei com a minha irmã: "Houve alturas em que as pessoas à nossa volta se estavam a rir e eu estava a morrer por dentro" ao que ela respondeu "Ainda bem que dizes isso, porque senti o mesmo". Talvez os que se riram de coisas tão dolorosas, não consigam encarar a dor sem a aligeirar, ou então de tão habituados a ver a actriz num registo cómico, as palavras não lhes entraram.
É interessante como entre centenas de pessoas, as emoções podem ser tão diferentes. No fim da peça comentei com a minha irmã: "Houve alturas em que as pessoas à nossa volta se estavam a rir e eu estava a morrer por dentro" ao que ela respondeu "Ainda bem que dizes isso, porque senti o mesmo". Talvez os que se riram de coisas tão dolorosas, não consigam encarar a dor sem a aligeirar, ou então de tão habituados a ver a actriz num registo cómico, as palavras não lhes entraram.
quarta-feira, 8 de março de 2017
ladrões de flores* de vez em quando acontece-me ser testemunha de assaltos a jardins. Hoje vi um senhor, com oitenta e poucos anos, a apanhar flores. Via-se que estava a ser meticuloso na escolha e cuidadoso a cortar os caules. Aproxima-se dele um outro senhor e foi isto que ouvi:
- Atão o quéque tá fazende?
- Tou apanhande flores.
- Isse tou é vende, mas por modes de quem?
- É p'ra oferecer às meninas além da pastelaria.
- Atão o quéque tá fazende?
- Tou apanhande flores.
- Isse tou é vende, mas por modes de quem?
- É p'ra oferecer às meninas além da pastelaria.
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