quinta-feira, 25 de maio de 2017
quarta-feira, 24 de maio de 2017
terça-feira, 23 de maio de 2017
segunda-feira, 22 de maio de 2017
terça-feira, 16 de maio de 2017
segunda-feira, 15 de maio de 2017
sexta-feira, 12 de maio de 2017
algures na Índia, mesmo ali ao pé de Mirandela* gosto de saber como se fazem as coisas, como são por dentro, quem as faz, que técnicas usa. E é interessante como do outro lado do mundo as soluções encontradas para uma determinada necessidade, são muito semelhantes às deste lado. Tive um professor chamado Fernando Pessoa (que para além do nome tinha muito mais em comum com o seu homónimo mais conhecido) que nos disse uma vez que ir ao Minho ou a Trás-os-Montes é o mesmo que ir ao norte da Índia e ao Tibete, rimo-nos, mas quando nos mostrou as fotografias que tinha tirado, percebemos. As casas eram mesmo muito parecidas, feitas com pedra, em baixo eram recolhidos os animais e em cima viviam as pessoas. Também nas mantas de retalhos e no seu acolchoamento há semelhanças um pouco por todo o lado. Neste vídeo Mohamed Shamshad, um artesão indiano faz colchões, da mesma forma como a minha avó os fazia, só que na altura os enchimentos eram outros, de inverno eram cheios com lã, no verão com palha. E neste uma artesã, também indiana, faz mantas. Todos os dias percorre bairros da cidade onde vive, apregoando que faz quilts, depois os clientes fornecem-lhe saris e outras roupas usadas e ela faz logo ali as mantas. De acordo com o vídeo, o único material que fornece é o fio e por isso poupa-o ao máximo. A técnica com que faz os nós é de facto impressionante.
quinta-feira, 11 de maio de 2017
quarta-feira, 10 de maio de 2017
terça-feira, 9 de maio de 2017
segunda-feira, 8 de maio de 2017
corta tesourinha 1*
*versão portuguesa da Rua Sésamo, se não me engana o ouvido, interpretada por José Raposo
*versão portuguesa da Rua Sésamo, se não me engana o ouvido, interpretada por José Raposo
sexta-feira, 5 de maio de 2017
quinta-feira, 4 de maio de 2017
quarta-feira, 3 de maio de 2017
terça-feira, 2 de maio de 2017
sanduíche 1* quase todas as pessoas que fazem mantas de retalhos acham esta parte aborrecida. Escolher um tecido para o reverso e entalar o enchimento entre esse e o topo da manta, pode não ser a fase mais divertida, mas considero-a interessante. Entre o entusiasmo de costurar os retalhos e o terminar da manta, temos este tempo de preparação para ir pensando como queremos acolchoar.
segunda-feira, 1 de maio de 2017
sexta-feira, 28 de abril de 2017
livros e links* para aprender novas técnicas ou para aperfeiçoar aquilo que já sei fazer tenho a ajuda destes dois livros: The Gentle Art of Quilt-Making, de Jane Brocket e o Compendium of Quilting Techniques, de Susan Briscoe. O primeiro é mais inspirador do que um livro técnico, tem um excelente grafismo, está muito bem estruturado e muito bem escrito. O segundo em termos de conteúdo é excelente, mas tradicionalista.
Quanto à internet, há muita coisa disponível, saliento duas quiltmakers: Amanda Rolfe, uma miúda australiana que trabalha num armazém de tecidos e faz uns vídeos perfeitos, uns blocos perfeitos, umas mantas perfeitas. A norte americana Angela Walters, aprendeu a costurar com o avô do marido, tem uma abordagem mais livre sobre o que faz, e tem um sentido de humor muito particular que baptizei de quiltgeek. É dela a frase "Always press to the darkside".
quinta-feira, 27 de abril de 2017
quarta-feira, 26 de abril de 2017
terça-feira, 25 de abril de 2017
segunda-feira, 24 de abril de 2017
sexta-feira, 21 de abril de 2017
quinta-feira, 20 de abril de 2017
quarta-feira, 19 de abril de 2017
terça-feira, 18 de abril de 2017
segunda-feira, 17 de abril de 2017
sexta-feira, 14 de abril de 2017
quinta-feira, 13 de abril de 2017
quarta-feira, 12 de abril de 2017
terça-feira, 11 de abril de 2017
segunda-feira, 10 de abril de 2017
sábado, 8 de abril de 2017
sexta-feira, 7 de abril de 2017
quinta-feira, 6 de abril de 2017
quarta-feira, 5 de abril de 2017
bloco 4 e a chegada de uma encomenda* há dois dias estava a cortar tecidos com o cortador rotativo e a lâmina decidiu reformar-se (já tinha reparado que ela não estava bem, mas não queria de nenhum modo que se ofendesse e nem ousei dizer que já estava gasta). Durou muito tempo e trabalhou muito bem.
Sou uma consumidora medricas, quando encomendei o cortador podia ter comprado logo lâminas extra, mas havia a possibilidade de não gostar do cortador, por isso não arrisquei.
No que posso, faço compras no comércio local, mas há limitações na oferta, por isso fui aqui e fiz a encomenda. Decidi finalmente comprar uma régua de corte, que me vai ajudar muito. Assim, numa retrosaria portuguesa, comprei lâminas japonesas, uma régua norte americana e um tecido inglês - a globalização à distância de uns cliques.
terça-feira, 4 de abril de 2017
bloco 3* quando faço patchwork gosto de usar tecidos antigos ou oferecidos, em conjunto com novos, sinto que se não o fizesse estaria a fazer batota. Recortar tecidos novos para fazer retalhos, não é a mesma coisa do que usar tecidos que tragam alguma história.
É raro ver mantas tão bonitas, livres e orgânicas como as que foram e são feitas em Gee's Bend, uma pequena comunidade, descrita como uma inland island, no estado do Alabama. Para quem gosta de trapos, de arte e de História aconselho ler e explorar isto. Para quem tiver menos tempo aqui fica este vídeo. Em Gee's Bend é costume, tal como nas comunidades Amish (de que falarei noutro dia) as mulheres acolchoarem as mantas em conjunto, uma entreajuda necessária e talvez o seu único momento de lazer.
É raro ver mantas tão bonitas, livres e orgânicas como as que foram e são feitas em Gee's Bend, uma pequena comunidade, descrita como uma inland island, no estado do Alabama. Para quem gosta de trapos, de arte e de História aconselho ler e explorar isto. Para quem tiver menos tempo aqui fica este vídeo. Em Gee's Bend é costume, tal como nas comunidades Amish (de que falarei noutro dia) as mulheres acolchoarem as mantas em conjunto, uma entreajuda necessária e talvez o seu único momento de lazer.
segunda-feira, 3 de abril de 2017
domingo, 2 de abril de 2017
sem planos, nem regras rígidas e no entanto com rigor* este mês a ideia base é fazer alguns topos de pequenas mantas de retalhos. Se tudo correr bem conseguirei fazer mais do que isso. Mas tenho que refrear um pouco o meu entusiasmo, porque a pressa, nisto de costurar, não dá grandes resultados, na verdade, tirando competições que envolvam velocidade, nunca a vi ser muito proveitosa.
Aqui está o primeiro bloco de uma manta que terá um total de nove.
Aqui está o primeiro bloco de uma manta que terá um total de nove.
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