quinta-feira, 20 de julho de 2017
quarta-feira, 19 de julho de 2017
terça-feira, 18 de julho de 2017
segunda-feira, 17 de julho de 2017
sexta-feira, 14 de julho de 2017
quinta-feira, 13 de julho de 2017
quarta-feira, 12 de julho de 2017
terça-feira, 11 de julho de 2017
segunda-feira, 10 de julho de 2017
sexta-feira, 7 de julho de 2017
quinta-feira, 6 de julho de 2017
quarta-feira, 5 de julho de 2017
terça-feira, 4 de julho de 2017
segunda-feira, 3 de julho de 2017
domingo, 2 de julho de 2017
quinta-feira, 29 de junho de 2017
quarta-feira, 28 de junho de 2017
terça-feira, 27 de junho de 2017
segunda-feira, 26 de junho de 2017
sábado, 24 de junho de 2017
sexta-feira, 23 de junho de 2017
quinta-feira, 22 de junho de 2017
quarta-feira, 21 de junho de 2017
foli* é uma belíssima curta metragem de Thomas Roebers e de Doris Leewenberg. A mensagem é simples: não há movimento sem ritmo. Do mesmo modo que só há uma maneira de fazer coisas, fazendo-as. Não há pensamento, sonho ou plano que seja tão eficaz como a sua execução.
A quebra de ritmo é constante e continuo a dizer-me nem que sejam só uns minutos por dia, vá lá. Hoje a auto-motivação foi insuficiente.
A quebra de ritmo é constante e continuo a dizer-me nem que sejam só uns minutos por dia, vá lá. Hoje a auto-motivação foi insuficiente.
terça-feira, 20 de junho de 2017
segunda-feira, 19 de junho de 2017
sexta-feira, 16 de junho de 2017
quinta-feira, 15 de junho de 2017
quarta-feira, 14 de junho de 2017
terça-feira, 13 de junho de 2017
segunda-feira, 12 de junho de 2017
extravagâncias* há uns meses vi na montra de uma retrosaria esta tira rendada, sabia que era coisa para resultar, mas também sabia que era mais uma adição ao custo e consequentemente um aumento do preço de venda. Sempre que passava por lá ficava a namorar a renda e nuns dias pensava: não, é uma mariquice, noutros: ficava mais fofinho (influências das minhas sobrinhas, antes não era assim). Hoje entrei e comprei. Por vezes, quanto mais se tenta resistir, mais o enamoramento cresce.
quinta-feira, 8 de junho de 2017
quarta-feira, 7 de junho de 2017
opostos* à espera na fila, dois senhores à minha frente, a representar uma revista à portuguesa com personagens tipo Lisboa Antiga, Lisboa Moderna. O mais velho, magro, muito magro curvado para a frente com um ar débil, a expressão física de todo o seu pessimismo, o outro mais novo, alto, rechonchudo, sorridente, voz bem disposta:
- Então como está o meu amigo?
- Muito mal.
- Então, está com problemas de saúde?
- Não senhor, estou muito preocupado com o que se passa no mundo.
- Oh senhor não pense nisso.
- É que vem aí a guerra.
- Ah não amigo, não se preocupe que não chega aqui, isso é um problema lá deles.
Não pude deixar de ter pena dos dois.
- Então como está o meu amigo?
- Muito mal.
- Então, está com problemas de saúde?
- Não senhor, estou muito preocupado com o que se passa no mundo.
- Oh senhor não pense nisso.
- É que vem aí a guerra.
- Ah não amigo, não se preocupe que não chega aqui, isso é um problema lá deles.
Não pude deixar de ter pena dos dois.
terça-feira, 6 de junho de 2017
minha laranja amarga e doce meu poema
e os que morreram sem saber porquê*
há dias que estes dois versos iniciais me andam na cabeça, o primeiro de Cavalo à Solta e o segundo de Madrugada.
e os que morreram sem saber porquê*
há dias que estes dois versos iniciais me andam na cabeça, o primeiro de Cavalo à Solta e o segundo de Madrugada.
quinta-feira, 1 de junho de 2017
quarta-feira, 31 de maio de 2017
sexta-feira, 26 de maio de 2017
quinta-feira, 25 de maio de 2017
quarta-feira, 24 de maio de 2017
terça-feira, 23 de maio de 2017
segunda-feira, 22 de maio de 2017
terça-feira, 16 de maio de 2017
segunda-feira, 15 de maio de 2017
sexta-feira, 12 de maio de 2017
algures na Índia, mesmo ali ao pé de Mirandela* gosto de saber como se fazem as coisas, como são por dentro, quem as faz, que técnicas usa. E é interessante como do outro lado do mundo as soluções encontradas para uma determinada necessidade, são muito semelhantes às deste lado. Tive um professor chamado Fernando Pessoa (que para além do nome tinha muito mais em comum com o seu homónimo mais conhecido) que nos disse uma vez que ir ao Minho ou a Trás-os-Montes é o mesmo que ir ao norte da Índia e ao Tibete, rimo-nos, mas quando nos mostrou as fotografias que tinha tirado, percebemos. As casas eram mesmo muito parecidas, feitas com pedra, em baixo eram recolhidos os animais e em cima viviam as pessoas. Também nas mantas de retalhos e no seu acolchoamento há semelhanças um pouco por todo o lado. Neste vídeo Mohamed Shamshad, um artesão indiano faz colchões, da mesma forma como a minha avó os fazia, só que na altura os enchimentos eram outros, de inverno eram cheios com lã, no verão com palha. E neste uma artesã, também indiana, faz mantas. Todos os dias percorre bairros da cidade onde vive, apregoando que faz quilts, depois os clientes fornecem-lhe saris e outras roupas usadas e ela faz logo ali as mantas. De acordo com o vídeo, o único material que fornece é o fio e por isso poupa-o ao máximo. A técnica com que faz os nós é de facto impressionante.
quinta-feira, 11 de maio de 2017
quarta-feira, 10 de maio de 2017
terça-feira, 9 de maio de 2017
segunda-feira, 8 de maio de 2017
corta tesourinha 1*
*versão portuguesa da Rua Sésamo, se não me engana o ouvido, interpretada por José Raposo
*versão portuguesa da Rua Sésamo, se não me engana o ouvido, interpretada por José Raposo
sexta-feira, 5 de maio de 2017
quinta-feira, 4 de maio de 2017
quarta-feira, 3 de maio de 2017
terça-feira, 2 de maio de 2017
sanduíche 1* quase todas as pessoas que fazem mantas de retalhos acham esta parte aborrecida. Escolher um tecido para o reverso e entalar o enchimento entre esse e o topo da manta, pode não ser a fase mais divertida, mas considero-a interessante. Entre o entusiasmo de costurar os retalhos e o terminar da manta, temos este tempo de preparação para ir pensando como queremos acolchoar.
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