segunda-feira, 18 de junho de 2018

169*

domingo, 17 de junho de 2018

168*

sábado, 16 de junho de 2018

167*

sexta-feira, 15 de junho de 2018

166* estar em exposição é ter uma porta aberta para toda uma série de aventuras:

A música de baile entra sem educação pela porta e grita eu gosto de mamar nos peitos da cabritinha,  concluo que não posso voltar a dizer que gosto de todo o tipo de música, porque não é verdade.

O senhor L. entra sem cumprimentos, discursa sobre a importância da música no cinema que não é a mesma que se ouve porque a paisagem não foi pintada com Caran d'Ache, eu fui lá e entreguei-lhes, logo no Mosteiro dos Jerónimos e em Azeitão, no sábado estive sentado nessa cadeira, é um lugar apelativo, com visão, escrevi-lhes e eles leram com atenção, na estação de Sete Rios... 
Interrompe o monólogo quando quer, uma vez demorou 45 minutos, um dramaturgo teria ali uma fonte ilimitada de surrealismo. Sai sem despedidas.

Os turistas que andam em rebanho à procura de um dos dez lugares a não perder e que perdem tudo o resto, espreitam de boca aberta e fogem quando lhes sorrio.

A miúda super simpática e sorridente, que à entrada estica a perna, mostra o seu pé descalço e me pergunta posso entrar assim? Habituada certamente ao enxovalho de quem se preocupa apenas com a superfície.

O cão preto e branco, reluzente, de orelhas bem penteadas, traz os seus humanos pela trela e observa tudo com atenção. Antes de sair deseja-me um bon jour.

Os casais alemães jovens, com uma média de 3,2 filhos, com idades inferiores aos cinco anos, falam imenso, enquanto as crianças louras e já altas saltitam por ali sem agendas. Aproveitem pequenitos porque daqui a nada têm um monte de regras para cumprir e só uma semana de férias por ano no sul da Europa para beber e vomitar pelas ruas, isto até também vocês terem 3,2 por vossa conta. (Eu sei, eu sei, a taxa de natalidade na Alemanha anda e é bem mais baixa, mas parece que os que vêm aos Algarves são todas as excepções).

A professora reformada que anda em luta contra a barbárie que quer assassinar a língua portuguesa, assino a petição com muito gosto, mas sem a a sua convicção nacionalista.

E claro não me posso esquecer dos que fazem uma ginástica imensa para eu não ver que estão a tirar fotografias, quando não estão proibidos de o fazer. Parecem uma personagem para rir do pior agente secreto do mundo.

E cada dia há pelo menos mais uma aventura nova, basta abrir a porta e esperar, até dia 30 de Junho, das 9.30 às 21.30h, no Armazém Regimental em Lagos.

quinta-feira, 14 de junho de 2018

165*

quarta-feira, 13 de junho de 2018

164*

terça-feira, 12 de junho de 2018

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segunda-feira, 11 de junho de 2018

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domingo, 10 de junho de 2018

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sábado, 9 de junho de 2018

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sexta-feira, 8 de junho de 2018

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quinta-feira, 7 de junho de 2018

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quarta-feira, 6 de junho de 2018

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terça-feira, 5 de junho de 2018

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segunda-feira, 4 de junho de 2018

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domingo, 3 de junho de 2018

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sábado, 2 de junho de 2018

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sexta-feira, 1 de junho de 2018

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quinta-feira, 31 de maio de 2018

151*

quarta-feira, 30 de maio de 2018

150*

terça-feira, 29 de maio de 2018

149*

segunda-feira, 28 de maio de 2018

148*
¡Ay, qué terribles cinco de la tarde
¡Eran las cinco en todos los relojes!
¡Eran las cinco en sombra de la tarde!

Federico García Lorca, La cogida y la muerte


domingo, 27 de maio de 2018

147* hoje só lá vai com isto.

sábado, 26 de maio de 2018

146*

sexta-feira, 25 de maio de 2018

145*

quinta-feira, 24 de maio de 2018

144*

quarta-feira, 23 de maio de 2018

143*

Philip Roth* o primeiro livro que li de sua autoria foi The Human Stain, a que se seguiram The Dying Animal, Deception e Indignation, gostei especialmente deste último. Há algo de muito duro na escrita de Roth, não tem medo de mostrar a humanidade cheia de defeitos, os seus heróis têm defeitos, muitos e é isso que os torna tão interessantes.

terça-feira, 22 de maio de 2018


Saltimbancos, Júlio Pomar, 1942
142*

segunda-feira, 21 de maio de 2018

141*

domingo, 20 de maio de 2018








136, 137, 138, 139, 140* os males são como as cerejas que vêm por bem acordei hoje a pensar nisto, porque tenho o privilégio de viver sucessões de mini micro problemazinhos de primeiro mundo que conto à minha irmã. Adoro ouvi-la rir das minhas mini micro pequeníssimas (des)graças de europeia priveligiada.

terça-feira, 15 de maio de 2018

135*

segunda-feira, 14 de maio de 2018

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domingo, 13 de maio de 2018

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sábado, 12 de maio de 2018

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sexta-feira, 11 de maio de 2018

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quinta-feira, 10 de maio de 2018

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quarta-feira, 9 de maio de 2018

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terça-feira, 8 de maio de 2018

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segunda-feira, 7 de maio de 2018

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domingo, 6 de maio de 2018

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sábado, 5 de maio de 2018

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sexta-feira, 4 de maio de 2018

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quinta-feira, 3 de maio de 2018

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quarta-feira, 2 de maio de 2018

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terça-feira, 1 de maio de 2018

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