Li:
sexta-feira, 6 de outubro de 2023
sábado, 30 de setembro de 2023
Terminei de ler A Tale of two Cities de Charles Dickens. Esperava bastante melhor.
Vi:
Watch Inside the Mind of a Cat - um documentário sobre gatos.
Radioactive (Radioactivo) - gostei quando mostraram as repercussões das descobertas no futuro. Não fazia ideia que Irène Curie também tinha recebido um Nobel.
Terminei a manta (ainda não consegui tirar uma fotografia decente). Terminei duas estrelas (enchi apenas com desperdício de costura que vou guardando). Comecei mais umas coisas.
A semana terminou com a última super Lua do ano (depois de várias tentativas consegui tirar uma fotografia).
sexta-feira, 22 de setembro de 2023
sexta-feira, 15 de setembro de 2023
Terminei de ler As Toleradas da Póvoa do Varzim (1871-1950) de Celeste da Rocha Coelho e Roberto Linhares de Castro Pires Martins - um estudo sobre a prostituição legalizada na Póvoa do Varzim. As raparigas com 16 anos já podiam matricular-se como prostitutas, a maioria escondia a sua profissão da família. Vinham de concelhos do interior e diziam aos familiares estar a servir em casa de alguém ou a fazer trabalho de costura (de facto a grande maioria das toleradas tinha sido criada de servir ou costureira. Profissões onde as raparigas eram facilmente abusadas pelos patrões ou "namorados" e depois abandonadas e despedidas por terem má conduta). Ao estarem legalizadas uma das suas obrigações era a inspeção sanitária semanal, que pensei ser um pouco mais criteriosa, mas consistia apenas em medir a temperatura, perguntar se estavam menstruadas ou grávidas e verificar se tinham tosse. Sendo que o objectivo era sobretudo prevenir a disseminação de doenças contagiosas sobretudo as venéreas, estas inspeções eram bastante ineficazes, pois só quando já apresentavam sinais de doença bastante visíveis é que eram proibidas de continuar a trabalhar e encaminhadas para o tratamento. Um processo muito triste , injusto e revoltante, pois tinham que pagar a inspeção e ainda eram encarceradas na cadeia até terem vaga no hospital. Uma grande miséria de vidas já miseráveis desde o início. Felizmente alguns médicos eram humanos e na tentativa de ajudar as prostitutas insistiram junto dos legisladores que fossem feitas mudanças e ao longo do tempo foram sendo estabelecidas regras de higiene nos colégios (bordéis) que fizeram com que o número de mulheres infectadas e consequentemente o dos seus clientes, diminuísse. Ao longo destes anos de que trata o estudo, as raparigas e mulheres iam para a Póvoa, sobretudo nos meses de Verão, mas a partir de certa altura algumas foram ficando ao longo de todo o ano. Nos registos quase todas as mulheres que sobreviviam, acabavam por ir viver para outros lugares, algumas conseguiam abandonar a profissão e casar, mas outras desapareciam. Achei estranho que não dessem qualquer justificação para estes desaparecimentos, é certo que os registos poderiam não ser muito rigorosos, mas a verdade é que não seria de estranhar, que tal como hoje, estas mulheres fossem facilmente alvo de homicídio.
Revi uma miscelânea de meias coisas, resultado de zappings impacientes. Até que cheguei a All Creatures Great and Small (Veterinário de Província), uma série fofinha que está a dar na RTP2. Apesar de começar logo com um aviso - 1937... o que significa que o que estamos a ver são os últimos tempos felizes das personagens por quem já sinto carinho. A personagem principal é James Herriot um moço tímido que gosta de animais.
No sábado fui à biblioteca, e de todas as vezes acho que não consigo ir, por algum motivo, mas quero ir, então vou e depois volto toda contente.
Terminei de costurar os blocos de estrelas uns aos outros. Com os restos comecei a experimentar umas coisas.
sexta-feira, 8 de setembro de 2023
Li:
The Gayer-Anderson Cat de Neal Spencer - que a minha irmã me trouxe do British Museum, é um pequeno livro com aquilo que se sabe desta belíssima peça que está em exposição no museu. Não se sabe onde foi encontrada, tanto pode ter sido num templo, como num cemitério de gatos/dádiva, como num sepulcro de alguém. Não se sabe em que período foi esculpida, nem se o propósito foi conter uma múmia de gato ou não, pode ter sido feita oca para esse propósito ou simplesmente para poupar metal. Mas o que se sabe é como chegou a Bayer-Anderson e daí ao museu.
Vi:
Life (Vida Inteligente) - um pormenor que nada tem que ver com a qualidade do filme: gosto quando actores conhecidos interpretam personagens secundárias que são as primeiras a morrer. Gostei mais deste do que do Interstellar. Achei os efeitos especiais excelentes em ambos. Não simpatizo nada com MacConaughey, tenho uma lista de actores, com os quais não vou à bola, nem ao mercado, nem à praia... não consigo, no meu cérebro os alarmes começam todos a tocar ao mesmo tempo "ALERTA, ALERTA MÁ PESSOA", se calhar são adoráveis e gostam de lagartixas e de passarinhos. Para além disso a ideia de pronto estragamos este planeta, vamos lá procurar outro para destruir, o que importa é salvar a espécie humana, porque é de uma qualidade superior e vale a pena preservar a todo o custo - não consigo. Um piloto que se tornou agricultor e que há anos não toca numa nave é colocado de imediato ao comando de uma... tanta coisa... deixa dois filhos, mas só a filha é que interessa, quando regressa, nem sequer pergunta se o filho ainda é vivo... mais de duas horas de filme a engonhar e menos de uma a tentar resolver uma trapalhada. (Isto era o que deveria ter escrito a semana passada, fiquei a remoer e agora saiu em supetão). Regressando ao Life, agradou-me, que as personagens tivessem alguma consciência, apesar do estranho entusiasmo a lidar com um tipo de vida desconhecido, de que as coisas poderiam correr muito mal, e quando tudo se começou a desmoronar o objectivo principal foi tentar proteger o planeta Terra. Gostei do desespero do fim.
Por falar de fins, há umas semanas vi um filme sobre o qual me esqueci de escrever: Home Sweet Hell (Lar Não Tão Doce Lar) - é um filme de que me esqueceria facilmente não fosse um momento de génio. Não me recordo de alguma vez ter visto o uso tão inteligente do som para contar o fim de uma história, mesmo no fim do filme, deixa de se ver imagem, começam a passar os créditos e ouve-se o que acontece - adorei.
Proxima (O Espaço Entre Nós) de Alice Winocour - gostei de como mostraram a relação mãe/filha. Achei muito interessante o facto da filha ser bilingue e, numa ocasião em que estava particularmente chateada com a mãe usar a língua materna do pai. Achei que a pressão colocada pelo colega de missão, interpretado por Matt Dillon (este é outro com quem não vou à praia), não foi bem explorada, percebo o que foi pretendido, mas achei que poderia ter sido mais do que só umas bocas foleiras, claro que não é necessário chegar à violência de um GI Jane, mas compreendo que a subtileza de que o machismo é capaz não é fácil de traduzir para filme.
Fiz mais oito estrelas e comecei a costurar os blocos uns aos outros.
sexta-feira, 1 de setembro de 2023
Vi:
C'est quoi cette famille?! (Mas que Família é esta?!) de Gabriel Julien-Laferrière - sete crianças andam de casa em casa, devido aos vários divórcios dos pais. Decidem que já chega - querem viver todas juntas na mesma casa e fazem um calendário de pares de pais que devem cuidar delas ao longo da semana. Achei uma excelente ideia. Ao ver isto lembrei-me de um miúdo que conheci há uns anos, vivia com nove irmãs, sendo que algumas eram meias irmãs da parte do pai, outras meias irmãs da parte da mãe e outras filhas de ambos. Do que me contou percebi que ele gostava muito de ter uma família tão grande e que gostava muito das irmãs. Algum tempo depois soube que os pais se divorciaram, não sei como se organizaram, mas lembro-me de ter pensado como era injusto para os miúdos terem que se separar.
Interstellar - éc, esperava bem melhor.
Costurei mais sete estrelas, quatro delas são blocos mais simples, no centro têm apenas um quadrado. Já tenho uma constelação jeitosa, mas ainda quero fazer mais.
sexta-feira, 25 de agosto de 2023
sexta-feira, 18 de agosto de 2023
sexta-feira, 11 de agosto de 2023
sábado, 5 de agosto de 2023
Li:
O rapaz que não se tinha quieto de Rita Taborda Duarte, com ilustrações de Ana Ventura.
Os meus amores chegaram, e logo na primeira noite jogámos TAC, duas partidas uma mais curta e outra mais longa, pelo meio observamos a lua. A felicidade é isto.
Terminei de costurar os quadrados todos. Fiz um bloco em forma de estrela, uma das muitas variantes de estrelas que existem.
sexta-feira, 28 de julho de 2023
sábado, 22 de julho de 2023
Li:
Os Anagramas de Varsóvia de Richard Zilmer - é o primeiro livro que leio deste autor. Há coisas de que gostei muito. Lê-se num sopro, tal como quem me emprestou e recomendou me disse. Será a vingança uma forma de fazer o luto? Será que sobreviver é uma forma de rebeldia? Estava à espera de uma razão melhor para justificar os crimes, mas há alguma justificação boa para tais crimes?
Vi:
Costumo ver os vídeos de Jonna Jinton, gosto muito, este último tem um momento que compreendo muito bem, onde ela fala na ansiedade que tem ao falar ao telefone, posso não chorar antes ou depois de fazer telefonemas, mas chego a passar dias de tormento até conseguir ligar para certos números.
Terminei de ver Dead to Me - gostei mesmo muito. Gostei das reviravoltas, do humor, das personagens. Há uma em particular que me fez rir à gargalhada - Shandy Adams (acho que o apelido não será por acaso) interpretada por Adora Soleil Bricher.
After the Wedding, de 2019 (Um Passado em Segredo) - remake americano de um filme dinamarquês de 2006, que ainda não vi, mas desconfio que será melhor. Mentiras e egoísmos, o pior tipo de egoísmos que alteram a vida dos outros. A necessidade de controlar, de decidir, de uma mulher que usa outra porque sabe que é capaz de se sacrificar.
The Nun (A Freira Maldita) - sei agora que, tal como filmes de tubarões, há uma grande série de filmes de freiras aterradoras (ou que o pretendem ser). Este é uma sequela de outro que ainda não vi. Não é bom, mas tem coisas giras como o padre ser enterrado vivo, mas depois até isso é destruído com a descoberta de livros que ajudam a lutar o mal. Então o mal quer auto-destruir-se?
Vi parte de um programa sobre comportamento animal onde se falou de sinaptogénese, seria tão bom conseguir aprender a fortalecer as ligações de neurónios que nos fazem sentir bem.
segunda-feira, 17 de julho de 2023
(uma semana e mais uns dias)
Li:
O Sono de Haruki Murakami - foi a primeira vez que li um livro deste autor e gostei. As ilustrações de Kat Menschik são muito interessantes. Imagino que traduzir japonês para português não seja o trabalho mais fácil do mundo, mas mesmo assim não pude deixar de pensar que o uso de certas expressões, que considero muito portuguesas, é esquisito.
Vi:
A sexta temporada de Black Mirror, gosto muito desta série. Os episódios das últimas temporadas têm sido menos bons porque mais previsíveis, mas mesmo assim gosto muito dos seus ambientes e personagens.
Escape Room Tounament of Champions (Sem Saída) - é piorzito que o primeiro, que já não foi assim grande coisa, mas é giro ver os diferentes cenários criados.
A Hologram for the King (Negócio das Arábias) - é um filme estranho. Não tenho como saber, mas imagino que as pessoas que vivem na Arábia Saudita, estrangeiros incluídos, não serão assim tão descontraídos a fugir às regras.
Comecei a ver a série Dead to Me - estou a gostar muito. Os episódios são pequenos e os cliffhangers uma constante logo é praticamente impossível ver um episódio apenas. Quando vejo séries cómicas americanas como esta penso sempre, como é possível que as comédias americanas no cinema sejam maioritariamente tão más? Imagino que os senhores de gravata que comandam a indústria cinematográfica continuam a achar que o público é imbecil.
Esta semana comi pela primeira vez falafel, gostei. Também pela primeira vez joguei TAC e adorei, divertimo-nos imenso. No dia seguinte lá tivemos que nos despedir na estação de comboio...
Há trinta anos comprei dois pijamas de verão, há trinta anos que os uso, o algodão de que são feitos é de tão boa qualidade que ainda estão impecáveis, a única coisa que se "avariou" foram os elásticos dos calções, esta semana coloquei uns novos e venham mais uns anitos.
sábado, 8 de julho de 2023
Li:
Os Pobres, de Raul Brandão - podia chamar-se os miseráveis ou a miséria, o que achei melhor foram as partes sobre as prostitutas e a prostituição, não teve problema em falar de prostitutas que eram ainda crianças, coisa de que se fala pouco.
Revi:
Raiders of the Lost Ark (Os Salteadores da Arca perdida) - é interessante que me lembrava de praticamente tudo. O choque ao ver Alfred Molina novito a fazer um papel tão... mau.
Indiana Jones and the Temple of Doom (Indiana Jones e o Templo Perdido) - Há sempre umas referências giras, Obi Wan hehe. Para além da cena do coração, recordava-me de pouco mais.
Indiana Jones an the Last Crusade (Indiana Jones e a Grande Cruzada) - lembrava-me muito pouco deste, e quando o vi pela primeira vez duvido que soubesse quem era River Phoenix. Gostei da forma como foi explicado o medo/aversão a cobras, como começou a usar o chicote, a quem roubou o seu estilo de roupa, como se aproveitaram da cicatriz que Harrison Ford tem no queixo.
Vi:
O que há de engraçado nestas colaborações entre Steven Spielberg e George Lucas, é que parece que dois miúdos se juntaram a mais outros miúdos e decidiram fazer filmes com tudo o que mais gostavam.
Família:
A chegada de um comboio com um dos meus amores foi algo extremamente emocionante, é tão bom ver crianças a crescer e a transformar-se em adultos independentes.
sexta-feira, 30 de junho de 2023
Quando as temperaturas são dadas a extremismos, tiram-me o sono. Nem chegámos aos 40º e o meu corpo implora por temperaturas mais civilizadas.
sexta-feira, 23 de junho de 2023
Tentei terminar de ler, estive perto, A Imaginação de Jean-Paul Satre, mas acho que o meu nível será mais Psicologia/Filosofia para totós... O livro é pequeno e estava tão empolgada quando o comecei a ler, mas depressa se revelou demasiada areia... É uma análise crítica de como a imagem é entendida por diversos autores, ao que parece nenhum chegou a uma conclusão certa. Há frases em latim e grego, sem tradução e as referências não são muito contextualizadas, portanto é uma obra para quem percebe da coisa. Talvez consiga encontrar algo do género, mas mais ao meu nível... Mesmo assim tenho questões: 1. Como é que todos estes pensadores explicam a imaginação para pessoas que nunca viram, ou ainda mais complicado para quem não vê, nem ouve? 2. Como se aplicam, ou poderão ser aplicadas todas estas teorias à Inteligência Artificial?
Vi:
- GhostBusters (Caça-Fantasmas) de 2016 - Tenho pena que com actrizes com tanta experiência em comédia o filme não seja melhor, a escrita é pobrezita. As actrizes foram raptadas do SNL.
A melhor piada do filme foi mais uma referência ao filme Tubarão:
Erin Gilbert (Kristen Wiig) - Please don't be like the mayor on Jaws!
Mayor Bradley (Andy Garcia) - oh uh uh Ne Never compare me with the Jaws Mayor, NEVER!
É giro ver um monte de referências e os actores dos filmes originais aparecerem aqui e ali. O facto de objectificarem Kevin (Chris Hemsworth) e o tornarem a pessoa mais imbecil do universo é suposto ser uma vingança a todas as actrizes muito bonitas que tiveram que interpretar as personagens mais imbecis do universo?
- Sanctuary of Fear (Padre Brown, Detective) - um filme de 1979, não é grande coisa, mas as calças, as saias maxi e uma blusa usadas pela actriz Kay Lenz são muito bonitas. Sempre gostei das calças dos anos 70. É interessante como quase todos os actores do filme falam ainda como nos filmes dos anos 40/50, comparando com o filme do mesmo ano, Kramer vs Kramer, em que Merryl Streep e Dustin Hoffman já falam como pessoas. Um actor por muito bom que seja não pode transformar um mau texto, num bom texto, mas sem dúvida que consegue fazer com que pareça melhor. Já um mau actor faz um texto que não é grande coisa cair no desfiladeiro da mediocridade.
- O documentário Motherhood in the World of Ballet - interessante, tirando a óbvia dificuldade de retomar um trabalho físico tão exigente, após uma gravidez, parece-me que as ansiedades e dúvidas serão comuns às de outras mães que têm empregos. As náuseas que me dá ver como são tratadas as mulheres, que decidem ser mães, nos Estados Unidos... Se não fosse a grande doutrinação que as crianças recebem, desde cedo, de que vivem no melhor país do mundo, não sei se não haveria um maior êxodo de Norte Americanos para outros países.
- Adrift (À Deriva) de 2018 - não é um bom filme, mas tem coisas bem feitas.
Terminei as saias tutu, fiz cinco, todas diferentes e só com coisas que tinha no meu ninho de materiais, sim guardo coisas estranhas, mas acabo por fazer alguma coisa com elas (não as mostro, por enquanto , porque são para oferecer). Agora estou a pensar fazer uns convites para um chá...
sexta-feira, 16 de junho de 2023
Revi Back to the Future (Regresso ao Futuro) partes I, II e III, estive sempre com um sorriso na cara, envelheceram bem, mesmo que em 2015 não tenhamos tido carros voadores. Ora há mais de trinta anos houve muito que me escapou certamente, duvido que soubesse o que era roupa interior Clavin Klein, quem era Clint Eastwood, entre muitas outras coisas. A cena mais cómica de todas? Em 2015, no cinema, está em exibição o filme Jaws 19, em letras mais pequenas está escrito - This time is really really personal e o realizador é Max Spielberg (esta só agora é que poderia entender). São filmes divertidos com pormenores engraçados.
Vi Marie Antoinette - Ballet moderno que passou na RTP2, achei quase tudo bonito.
As saias tutu estão quase, quase.
sexta-feira, 9 de junho de 2023
Vi:
Wonder Woman 1984 (Mulher Maravilha 1984) - não gostei, foi o primeiro que vi deste género, por isso não sei se os outros são assim tão fraquinhos. O que achei mais giro foi a Diana em pequenita.
Im Westen nichts Neus (A Oeste Nada de Novo) - muito bem feito e em termos de som quase como há muito desejo que se faça num filme de guerra, quase. O que quero é um filme sem música. Nada contra soldados a cantar, pelo contrário isso faz, ou, pelo menos fez, parte da guerra, (e neste caso é uma das formas em que se mostra a diferença de moral na marcha para a guerra, na estadia agradabilíssima nas trincheiras, depois no quase armistício e no fim de tudo. O que não gosto, sobretudo nos filmes americanos, é das músicas escolhidas e onde são usadas. Neste filme optaram por um som electrónico dramático que funciona muito bem. Há sequências extraordinariamente bem feitas, como as fardas dos soldados mortos a serem lavadas, remendadas e preparadas para a carne para canhão seguinte. A cena mais dura é a que se passa na cratera enlameada em que Paul e o soldado francês se encontram. A imagem da raposa com as crias fez-me lembrar a natureza noutro grande filme de guerra - The Thin Red Line (A Barreira Invisível).
Safer at Home (#FicaEmCasa) - o conceito não era mau, mas o filme é bastante.
Avancei pouco nas saias tutu, esta não foi uma semana boa.
