segunda-feira, 19 de outubro de 2015





materiais* no fim-de-semana andei a cheirar lojas de ferragens, drogarias, lojas de tintas, madeiras… acho que consegui comprar tudo o que precisava, mas se faltar alguma coisa, lá terei que fazer o sacrifício de voltar.
O meu top 3 de lugares de consumo: livrarias, retrosarias e drogarias.
Infelizmente a minha drogaria preferida fechou, o senhor reformou-se. Nunca fui tão bem atendida em nenhum lugar como ali. O senhor S. é o comerciante mais educado e simpático que conheço, um verdadeiro gentleman. Cada vez que passo àquela porta, agora sempre fechada, sinto a sua falta.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015




chaveiro 1* sobre esta madeira estava uma camada de um verniz ranhoso que lhe dava uma cor-alaranjada. Apesar de gostar muito da madeira ao natural, em que se podem ver os seus veios, neste e nos casos anteriores decidi pintar, porque a madeira não era de boa qualidade e tinha manchas de humidade que não saíram com nenhum grão de lixa.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015



espelho, espelho meu* comprei-o há 10 anos que passaram assim fzzzt, já com a ideia de o pintar… tardou, mas aqui está.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015



mini-estante* que foi estante de especiarias.

terça-feira, 13 de outubro de 2015







madeiras* há 25 anos, numa aula de trabalhos manuais, fiz esta prateleira para caixas de fósforos para oferecer à minha mãe. Que mundo tão diferente ainda com professores a cheirar a Salazar número 4. A turma era dividida ao meio e rotativamente estávamos ora com a professora, que ensinava tecelagem, bordados e trabalhos em papel, ora com o professor que se dedicava ao ensino das madeiras e argila. Trabalhei nisto cheia de orgulho, não indiferente ao facto do professor considerar os rapazes seres mais inteligentes e competentes, e para quem as meninas deviam ficar-se pelos bordados, como se para bordar não fossem necessárias competências e inteligência. Mas também aí as raparigas tinham de ouvir a professora a fazer elogios rasgados aos rapazes por estarem a fazer ponto de cruz, não por estarem a fazer bem ou melhor, mas apenas por estarem a bordar.
Esta coisinha torta de que gosto muito, claro que nunca foi usada, mas encontrei-a há uns tempos muito amarrotada.
Comecei por lixar, depois usei primário, lixei novamente, a seguir pintei, lixei outra vez e por fim mais uma demão de tinta.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015




carteira de cerimónia* para levar a um casamento de uma amiga comprei, no próprio dia, esta coisa horrorosa. Precisava de levar chaves e dinheiro, como fui sozinha não dava para pedinchar um espaço na mala ou no casaco de alguém. Claro que vi que tinha potencial para uma renovação e poucos dias depois já tinha cortado o tecido para fora. Mais tarde fiz estes círculos de missangas. Ficou tudo guardado até agora, à espera de um pistola de cola quente.

domingo, 11 de outubro de 2015



o fecho foi-se* aqui tinha falado desta carteira. O fecho partiu-se, talvez por demasiados trambolhões nas minhas idas e vindas. Poderia tê-lo substituído, mas preferi fazer umas renovações.

sábado, 10 de outubro de 2015






one child, one teacher, one book, one pen can change the world*

a moldura danificada, foi-me oferecida na feira TROCATUDO. Achei, como acho quase sempre, que havia a possibilidade de a recuperar. Esteve guardada bastante tempo à espera de uma oportunidade. O postal comprei na National Portrait Gallery. Girl reading é um retrato de Malala Yousafzai, pintado em 2013, por Jonathan Yeo. O quadro foi vendido pela galeria, pelo que não tive oportunidade de o ver. Garanto que estes 13cm x 13cm são bastante impressionantes ao vivo, imagino o quadro. Malala é uma activista que me impressiona cada vez mais. Agora, ali está a reflectir a minha pequena biblioteca.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015





de cadeira a banco 2* o tecido é um pequeno retalho ou fat quarter, como as lojas chamam. No fundo usei o meu grande amigo pano cru.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

imagem de catálogo



de cadeira a banco1* em tempos isto foi uma cadeira muito parecida com a que se vê na primeira imagem, mas alguém a espatifou. A base estava óptima e sólida, não podia deixar que fosse para o lixo. Com alguma força de braços foi só cortar e limar.