sexta-feira, 25 de agosto de 2023
sexta-feira, 18 de agosto de 2023
sexta-feira, 11 de agosto de 2023
sábado, 5 de agosto de 2023
Li:
O rapaz que não se tinha quieto de Rita Taborda Duarte, com ilustrações de Ana Ventura.
Os meus amores chegaram, e logo na primeira noite jogámos TAC, duas partidas uma mais curta e outra mais longa, pelo meio observamos a lua. A felicidade é isto.
Terminei de costurar os quadrados todos. Fiz um bloco em forma de estrela, uma das muitas variantes de estrelas que existem.
sexta-feira, 28 de julho de 2023
sábado, 22 de julho de 2023
Li:
Os Anagramas de Varsóvia de Richard Zilmer - é o primeiro livro que leio deste autor. Há coisas de que gostei muito. Lê-se num sopro, tal como quem me emprestou e recomendou me disse. Será a vingança uma forma de fazer o luto? Será que sobreviver é uma forma de rebeldia? Estava à espera de uma razão melhor para justificar os crimes, mas há alguma justificação boa para tais crimes?
Vi:
Costumo ver os vídeos de Jonna Jinton, gosto muito, este último tem um momento que compreendo muito bem, onde ela fala na ansiedade que tem ao falar ao telefone, posso não chorar antes ou depois de fazer telefonemas, mas chego a passar dias de tormento até conseguir ligar para certos números.
Terminei de ver Dead to Me - gostei mesmo muito. Gostei das reviravoltas, do humor, das personagens. Há uma em particular que me fez rir à gargalhada - Shandy Adams (acho que o apelido não será por acaso) interpretada por Adora Soleil Bricher.
After the Wedding, de 2019 (Um Passado em Segredo) - remake americano de um filme dinamarquês de 2006, que ainda não vi, mas desconfio que será melhor. Mentiras e egoísmos, o pior tipo de egoísmos que alteram a vida dos outros. A necessidade de controlar, de decidir, de uma mulher que usa outra porque sabe que é capaz de se sacrificar.
The Nun (A Freira Maldita) - sei agora que, tal como filmes de tubarões, há uma grande série de filmes de freiras aterradoras (ou que o pretendem ser). Este é uma sequela de outro que ainda não vi. Não é bom, mas tem coisas giras como o padre ser enterrado vivo, mas depois até isso é destruído com a descoberta de livros que ajudam a lutar o mal. Então o mal quer auto-destruir-se?
Vi parte de um programa sobre comportamento animal onde se falou de sinaptogénese, seria tão bom conseguir aprender a fortalecer as ligações de neurónios que nos fazem sentir bem.
segunda-feira, 17 de julho de 2023
(uma semana e mais uns dias)
Li:
O Sono de Haruki Murakami - foi a primeira vez que li um livro deste autor e gostei. As ilustrações de Kat Menschik são muito interessantes. Imagino que traduzir japonês para português não seja o trabalho mais fácil do mundo, mas mesmo assim não pude deixar de pensar que o uso de certas expressões, que considero muito portuguesas, é esquisito.
Vi:
A sexta temporada de Black Mirror, gosto muito desta série. Os episódios das últimas temporadas têm sido menos bons porque mais previsíveis, mas mesmo assim gosto muito dos seus ambientes e personagens.
Escape Room Tounament of Champions (Sem Saída) - é piorzito que o primeiro, que já não foi assim grande coisa, mas é giro ver os diferentes cenários criados.
A Hologram for the King (Negócio das Arábias) - é um filme estranho. Não tenho como saber, mas imagino que as pessoas que vivem na Arábia Saudita, estrangeiros incluídos, não serão assim tão descontraídos a fugir às regras.
Comecei a ver a série Dead to Me - estou a gostar muito. Os episódios são pequenos e os cliffhangers uma constante logo é praticamente impossível ver um episódio apenas. Quando vejo séries cómicas americanas como esta penso sempre, como é possível que as comédias americanas no cinema sejam maioritariamente tão más? Imagino que os senhores de gravata que comandam a indústria cinematográfica continuam a achar que o público é imbecil.
Esta semana comi pela primeira vez falafel, gostei. Também pela primeira vez joguei TAC e adorei, divertimo-nos imenso. No dia seguinte lá tivemos que nos despedir na estação de comboio...
Há trinta anos comprei dois pijamas de verão, há trinta anos que os uso, o algodão de que são feitos é de tão boa qualidade que ainda estão impecáveis, a única coisa que se "avariou" foram os elásticos dos calções, esta semana coloquei uns novos e venham mais uns anitos.
sábado, 8 de julho de 2023
Li:
Os Pobres, de Raul Brandão - podia chamar-se os miseráveis ou a miséria, o que achei melhor foram as partes sobre as prostitutas e a prostituição, não teve problema em falar de prostitutas que eram ainda crianças, coisa de que se fala pouco.
Revi:
Raiders of the Lost Ark (Os Salteadores da Arca perdida) - é interessante que me lembrava de praticamente tudo. O choque ao ver Alfred Molina novito a fazer um papel tão... mau.
Indiana Jones and the Temple of Doom (Indiana Jones e o Templo Perdido) - Há sempre umas referências giras, Obi Wan hehe. Para além da cena do coração, recordava-me de pouco mais.
Indiana Jones an the Last Crusade (Indiana Jones e a Grande Cruzada) - lembrava-me muito pouco deste, e quando o vi pela primeira vez duvido que soubesse quem era River Phoenix. Gostei da forma como foi explicado o medo/aversão a cobras, como começou a usar o chicote, a quem roubou o seu estilo de roupa, como se aproveitaram da cicatriz que Harrison Ford tem no queixo.
Vi:
O que há de engraçado nestas colaborações entre Steven Spielberg e George Lucas, é que parece que dois miúdos se juntaram a mais outros miúdos e decidiram fazer filmes com tudo o que mais gostavam.
Família:
A chegada de um comboio com um dos meus amores foi algo extremamente emocionante, é tão bom ver crianças a crescer e a transformar-se em adultos independentes.
sexta-feira, 30 de junho de 2023
Quando as temperaturas são dadas a extremismos, tiram-me o sono. Nem chegámos aos 40º e o meu corpo implora por temperaturas mais civilizadas.
sexta-feira, 23 de junho de 2023
Tentei terminar de ler, estive perto, A Imaginação de Jean-Paul Satre, mas acho que o meu nível será mais Psicologia/Filosofia para totós... O livro é pequeno e estava tão empolgada quando o comecei a ler, mas depressa se revelou demasiada areia... É uma análise crítica de como a imagem é entendida por diversos autores, ao que parece nenhum chegou a uma conclusão certa. Há frases em latim e grego, sem tradução e as referências não são muito contextualizadas, portanto é uma obra para quem percebe da coisa. Talvez consiga encontrar algo do género, mas mais ao meu nível... Mesmo assim tenho questões: 1. Como é que todos estes pensadores explicam a imaginação para pessoas que nunca viram, ou ainda mais complicado para quem não vê, nem ouve? 2. Como se aplicam, ou poderão ser aplicadas todas estas teorias à Inteligência Artificial?
Vi:
- GhostBusters (Caça-Fantasmas) de 2016 - Tenho pena que com actrizes com tanta experiência em comédia o filme não seja melhor, a escrita é pobrezita. As actrizes foram raptadas do SNL.
A melhor piada do filme foi mais uma referência ao filme Tubarão:
Erin Gilbert (Kristen Wiig) - Please don't be like the mayor on Jaws!
Mayor Bradley (Andy Garcia) - oh uh uh Ne Never compare me with the Jaws Mayor, NEVER!
É giro ver um monte de referências e os actores dos filmes originais aparecerem aqui e ali. O facto de objectificarem Kevin (Chris Hemsworth) e o tornarem a pessoa mais imbecil do universo é suposto ser uma vingança a todas as actrizes muito bonitas que tiveram que interpretar as personagens mais imbecis do universo?
- Sanctuary of Fear (Padre Brown, Detective) - um filme de 1979, não é grande coisa, mas as calças, as saias maxi e uma blusa usadas pela actriz Kay Lenz são muito bonitas. Sempre gostei das calças dos anos 70. É interessante como quase todos os actores do filme falam ainda como nos filmes dos anos 40/50, comparando com o filme do mesmo ano, Kramer vs Kramer, em que Merryl Streep e Dustin Hoffman já falam como pessoas. Um actor por muito bom que seja não pode transformar um mau texto, num bom texto, mas sem dúvida que consegue fazer com que pareça melhor. Já um mau actor faz um texto que não é grande coisa cair no desfiladeiro da mediocridade.
- O documentário Motherhood in the World of Ballet - interessante, tirando a óbvia dificuldade de retomar um trabalho físico tão exigente, após uma gravidez, parece-me que as ansiedades e dúvidas serão comuns às de outras mães que têm empregos. As náuseas que me dá ver como são tratadas as mulheres, que decidem ser mães, nos Estados Unidos... Se não fosse a grande doutrinação que as crianças recebem, desde cedo, de que vivem no melhor país do mundo, não sei se não haveria um maior êxodo de Norte Americanos para outros países.
- Adrift (À Deriva) de 2018 - não é um bom filme, mas tem coisas bem feitas.
Terminei as saias tutu, fiz cinco, todas diferentes e só com coisas que tinha no meu ninho de materiais, sim guardo coisas estranhas, mas acabo por fazer alguma coisa com elas (não as mostro, por enquanto , porque são para oferecer). Agora estou a pensar fazer uns convites para um chá...
sexta-feira, 16 de junho de 2023
Revi Back to the Future (Regresso ao Futuro) partes I, II e III, estive sempre com um sorriso na cara, envelheceram bem, mesmo que em 2015 não tenhamos tido carros voadores. Ora há mais de trinta anos houve muito que me escapou certamente, duvido que soubesse o que era roupa interior Clavin Klein, quem era Clint Eastwood, entre muitas outras coisas. A cena mais cómica de todas? Em 2015, no cinema, está em exibição o filme Jaws 19, em letras mais pequenas está escrito - This time is really really personal e o realizador é Max Spielberg (esta só agora é que poderia entender). São filmes divertidos com pormenores engraçados.
Vi Marie Antoinette - Ballet moderno que passou na RTP2, achei quase tudo bonito.
As saias tutu estão quase, quase.
sexta-feira, 9 de junho de 2023
Vi:
Wonder Woman 1984 (Mulher Maravilha 1984) - não gostei, foi o primeiro que vi deste género, por isso não sei se os outros são assim tão fraquinhos. O que achei mais giro foi a Diana em pequenita.
Im Westen nichts Neus (A Oeste Nada de Novo) - muito bem feito e em termos de som quase como há muito desejo que se faça num filme de guerra, quase. O que quero é um filme sem música. Nada contra soldados a cantar, pelo contrário isso faz, ou, pelo menos fez, parte da guerra, (e neste caso é uma das formas em que se mostra a diferença de moral na marcha para a guerra, na estadia agradabilíssima nas trincheiras, depois no quase armistício e no fim de tudo. O que não gosto, sobretudo nos filmes americanos, é das músicas escolhidas e onde são usadas. Neste filme optaram por um som electrónico dramático que funciona muito bem. Há sequências extraordinariamente bem feitas, como as fardas dos soldados mortos a serem lavadas, remendadas e preparadas para a carne para canhão seguinte. A cena mais dura é a que se passa na cratera enlameada em que Paul e o soldado francês se encontram. A imagem da raposa com as crias fez-me lembrar a natureza noutro grande filme de guerra - The Thin Red Line (A Barreira Invisível).
Safer at Home (#FicaEmCasa) - o conceito não era mau, mas o filme é bastante.
Avancei pouco nas saias tutu, esta não foi uma semana boa.
