sexta-feira, 28 de abril de 2017


livros e links* para aprender novas técnicas ou para aperfeiçoar aquilo que já sei fazer tenho a ajuda destes dois livros: The Gentle Art of Quilt-Making, de Jane Brocket e o Compendium of Quilting Techniques, de Susan Briscoe. O primeiro é mais inspirador do que um livro técnico, tem um excelente grafismo, está muito bem estruturado e muito bem escrito. O segundo em termos de conteúdo é excelente, mas tradicionalista.
Quanto à internet, há muita coisa disponível, saliento duas quiltmakers: Amanda Rolfe, uma miúda australiana que trabalha num armazém de tecidos e faz uns vídeos perfeitos, uns blocos perfeitos, umas mantas perfeitas. A norte americana Angela Walters, aprendeu a costurar com o sogro, tem uma abordagem mais livre sobre o que faz, e tem um sentido de humor muito particular que baptizei de quiltgeek. É dela a frase "Always press to the darkside".

quinta-feira, 27 de abril de 2017

5*

quarta-feira, 26 de abril de 2017

a escolher tecidos*

terça-feira, 25 de abril de 2017

4*

segunda-feira, 24 de abril de 2017



simples* com os restos dos tecidos do topo anterior, com o novo que comprei e ainda com um branco, decidi fazer algo mais simples.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

3*

quinta-feira, 20 de abril de 2017

diamantes 4*

quarta-feira, 19 de abril de 2017

diamantes 3*

terça-feira, 18 de abril de 2017

diamantes 2*

segunda-feira, 17 de abril de 2017

diamantes 1* 

sexta-feira, 14 de abril de 2017

2*

quinta-feira, 13 de abril de 2017


fase azul 10, 11 e 12*

quarta-feira, 12 de abril de 2017



fase azul 7, 8, 9*

terça-feira, 11 de abril de 2017


fase azul 4, 5, 6*

segunda-feira, 10 de abril de 2017



fase azul 1, 2, 3*

sábado, 8 de abril de 2017

1*

sexta-feira, 7 de abril de 2017

ora 5 e 4 são 9* 

quinta-feira, 6 de abril de 2017

bloco 5*

quarta-feira, 5 de abril de 2017



bloco 4 e a chegada de uma encomenda* há dois dias estava a cortar tecidos com o cortador rotativo e a lâmina decidiu reformar-se (já tinha reparado que ela não estava bem, mas não queria de nenhum modo que se ofendesse e nem ousei dizer que já estava gasta). Durou muito tempo e trabalhou muito bem.
Sou uma consumidora medricas, quando encomendei o cortador podia ter comprado logo lâminas extra, mas havia a possibilidade de não gostar do cortador, por isso não arrisquei.
No que posso, faço compras no comércio local, mas há limitações na oferta, por isso fui aqui e fiz a encomenda. Decidi finalmente comprar uma régua de corte, que me vai ajudar muito. Assim, numa retrosaria portuguesa, comprei lâminas japonesas, uma régua norte americana e um tecido inglês - a globalização à distância de uns cliques.

terça-feira, 4 de abril de 2017

bloco 3* quando faço patchwork gosto de usar tecidos antigos ou oferecidos, em conjunto com novos, sinto que se não o fizesse estaria a fazer batota. Recortar tecidos novos para fazer retalhos, não é a mesma coisa do que usar tecidos que tragam alguma história.
É raro ver mantas tão bonitas, livres e orgânicas como as que foram e são feitas em  Gee's Bend, uma pequena comunidade, descrita como uma inland island, no estado do Alabama. Para quem gosta de trapos, de arte e de História aconselho ler e explorar isto. Para quem tiver menos tempo aqui fica este vídeo. Em Gee's Bend é costume, tal como nas comunidades Amish (de que falarei noutro dia) as mulheres acolchoarem as mantas em conjunto, uma entreajuda necessária e talvez o seu único momento de lazer.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

bloco 2*

domingo, 2 de abril de 2017

sem planos, nem regras rígidas e no entanto com rigor* este mês a ideia base é fazer alguns topos de pequenas mantas de retalhos. Se tudo correr bem conseguirei fazer mais do que isso. Mas tenho que refrear um pouco o meu entusiasmo, porque a pressa, nisto de costurar, não dá grandes resultados, na verdade, tirando competições que envolvam velocidade, nunca a vi ser muito proveitosa.
Aqui está o primeiro bloco de uma manta que terá um total de nove.

sábado, 1 de abril de 2017

manta de retalhos* conjunto de coisas heterogéneas, desconexas ou disparatadas

in Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora